Quando você abre o aplicativo e vê o carro no mapa, por trás existe uma cadeia de tecnologias trabalhando em segundos. Entender essa cadeia ajuda a escolher melhor o equipamento e a tirar mais proveito do serviço.
1. O GPS descobre a posição
O módulo instalado no veículo recebe sinais de satélites de navegação e calcula latitude, longitude, velocidade e sentido do deslocamento. Quanto melhor a antena e a posição de instalação, mais estável é a leitura.
2. A rede celular leva a informação
Com a posição calculada, o rastreador envia os dados por uma rede móvel (hoje, cada vez mais 4G) até os servidores da plataforma. Por isso a cobertura da operadora influencia a frequência com que as atualizações chegam.
3. A plataforma organiza e entrega
Na plataforma, os dados viram mapa, histórico de posições, trajetos, alertas e relatórios. O aplicativo e o site apenas consultam essas informações, o que permite acompanhar o veículo de qualquer lugar.
E quando falta energia?
Rastreadores profissionais têm bateria interna. Se os cabos do veículo forem desconectados, o equipamento continua se comunicando e a plataforma consegue identificar a ocorrência remotamente.
O que mais o rastreador lê?
Além da posição, é possível monitorar estado da ignição, velocidade, eventos do acelerômetro e, em modelos com entrada OBD, informações da rede CAN do veículo. Quanto mais dados, mais inteligente fica a gestão do veículo ou da frota.